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10 junho 2014

A Rainha do Crime

Por Clio, revisado revisado pela Princesa do Oriente Médio. 

A Rainha do Crime

           Considerada a Rainha do Crime, Agatha Christie nos fascina com suas histórias de romances policiais incrivelmente bem arquitetadas e fantásticas. Com grande habilidade em prender a atenção dos leitores e em narrar casos inteligentes e extraordinários, a autora conquistou gerações com suas histórias de mistério e suspense. Além de uma imaginação brilhante Agatha vendeu bilhões de livros ao redor do mundo nas mais diversas línguas, só sendo superada pela Bíblia e por Shakespeare.

Sobre a autora

            Agatha Mary Clarissa Christie é uma escritora britânica de romances policiais que cresceu ouvindo histórias de Conan Doyle (As aventuras de Sherlock Holmes), Edgar Allan Poe (O corvo) e Charles Dickens (Um conto de Natal e Oliver Twist). Na Segunda Guerra Mundial trabalhou em um hospital e em uma farmácia, esses trabalhos deram-na um grande conhecimento sobre remédios e venenos, influenciando muitas de suas obras em que suas vítimas eram assassinadas por envenenamento.

“Me especializei em assassinatos de interesse silencioso e familiar.”

 
Egito foi um dos cenário usados nos livros:
Morte no Nilo e E no final a morte.
            Casou-se com o arqueólogo Sir Max Mallowan e apaixonou-se pelo Egito, suas viagens pelo mundo renderam inspirações ao criar romances e muitos dos seus livros foram escritos enquanto acompanhava o marido em escavações arqueológicas. Escreveu mais de 80 romances policiais, 19 peças e 6 romances com o pseudônimo de Mary Wetmacott, muitos de seus livros foram adaptados para filmes, peças teatrais e para uma série de TV da BBC chamada “Os pequenos crimes de Agatha Christie” em que cada capítulo conta a história de um livro diferente da autora (Vou deixar o link dessa série que está  no Youtube no final deste texto).

            Criou famosos personagens, como Hercule Poirot, Miss Marple, Tommy e Tuppence, Parker Pine, entre outros. Um de seus personagens mais famosos, Hercule Poirot, teve seu obituário publicado pelo New York Times em 1875. Seu romance de estreia foi “O misterioso caso de Styles”, onde o detetive Hercule Poirot faz sua primeira aparição. Seu primeiro romance policial vendeu milhões de cópias ao redor do mundo. Agatha Christie morre em 12 de janeiro de 1976 na Inglaterra e vários de seus livros foram publicados pós-morte.

Dois de seus personagens mais famosos


"Uso apenas as células cinzentas.
A sorte,deixo-a para os outros." Hercule Poirot

Hercule Poirot – Considerado um ícone da literatura policial, Poirot foi um personagem inspirado em um belga que a autora conheceu. Extravagante, bem vestido, pouco modesto, perfeccionista, mas extremamente inteligente é um detetive conhecido internacionalmente e muitas vezes comparado a Sherlock Holmes. Resolve seus casos usando suas células cinzentas e pode resolver um crime estando apenas sentado em sua poltrona, normalmente auxilia a polícia em casos complicados. Não é um detetive de ação, mas de dedução! Fez sua primeira aparição em “O misterioso caso de Styles” junto com seu fiel amigo Capitão Arthur Hastings. A autora descreve seu principal detetive como um homem de:

“Altura, um metro e sessenta e dois; a cabeça, do formato de um ovo, ligeiramente inclinada para um lado; olhos de um verde brilhante quando excitado; espesso bigode hirsuto como costumam usar os oficiais do Exército; e uma pose de grande dignidade”.


"Ninguém deixa de interessar por um assassinato"
Miss Marple
Miss Marple – Jane Marple é uma velhinha solteirona que mora na pequena aldeia inglesa chamada St. Mary Meed, passa seus dias tricotando, cuidando de suas plantas e resolvendo alguns mistérios. Não se engane com o fato dela já ser uma senhora de idade, pois tem uma curiosidade insaciável, é astuta e possui um incomparável conhecimento sobre a natureza humana. Não importa onde aconteça o crime, ela sempre se lembrará de algum incidente ocorrido em sua aldeia, sua primeira aparição acontece em “O assassinato na casa do pastor”.





Top Three

            Bom Pessoal, como a Agatha Christie é a minha autora favorita e a que eu tenho mais livros (são mais de 50) decidi fazer um top three das obras que eu mais gosto.

1) O Assassinato no Expresso do Oriente

 
Inspirou diversos filmes

 Publicado em 1934, O assassinato no expresso do Oriente é considerado um dos maiores sucessos da Agatha Christie, inspirou diversas peças teatrais e filmes, em um deles uma das atrizes principais ganhou o Oscar.  Com um enredo diferente, um final dramático e surpreendente, esse foi o primeiro livro da autora que li e me apaixonei instantaneamente, parece estranho dizer que me apaixonei por um romance policial onde um assassinato brutal foi cometido, mas o livro é tão engenhoso e seu final é tão surpreendente que não fui capaz de resistir a essa trama. Recomendo a quem ainda não leu nenhuma obra da autora que comece por este livro, além de ser um dos melhores é quase impossível parar de ler quando se começa.
Sinopse: Pouco depois da meia-noite, uma tempestade de neve para o Expresso do Oriente nos trilhos. O luxuoso trem está surpreendentemente cheio para essa época do ano. Mas, na manhã seguinte, há um passageiro a menos. Uma americano é encontrado morto em sua cabina, com doze facadas, e a porta estava trancada por dentro. Pistas falsas são colocadas no caminho de Hercule Poirot para tentar mantê-lo fora de cena, mas, num dramático desenlace, ele apresenta não uma, mas duas soluções para o crime. 

2) O caso dos dez negrinhos ou E não sobrou nenhum

Nas ediçoes mais antigas recebe o nome
"O caso dos dez negrinhos"

Sinopse: Dez pessoas são convidadas pelo misterioso U.N. Owen para passar alguns dias numa ilha perto de uma aldeia pouco movimentada. Os convidados aceitam o convite e de igual maneira embarcam num barco local para a ilha. Na primeira noite, quando todos já se conheciam razoavelmente bem e conviviam animadamente na sala, ouve-se uma voz vinda das paredes, acusando cada um dos dez presentes de ter cometido um crime, crime esse que apesar de ser despropositado ou inevitável, levou à morte de outras pessoas. O pânico instala-se e mortes inexplicáveis se sucedem, tendo por única pista uma trova infantil.


“Dez negrinhos vão jantar enquanto não chove;
Um deles se engasgou e então ficaram nove.
Nove negrinhos sem dormir: mas nenhum está afoito!
Um deles cai no sono, e então ficaram oito.
Oito negrinhos vão a Devon de charrete;
Um não quis mais voltar, e então ficaram sete.
Sete negrinhos vão rachar lenha, mas eis
Que um deles se corta, e então ficaram seis.
Seis negrinhos em uma colmeia trabalham com afinco;
A um deles pica uma abelha, e então ficaram cinco.
Cinco negrinhos no tribunal. Ver e julgar um fato;
Um ali foi julgado, e então ficaram quatro.
Quatro negrinhos no mar; a um tragou de vez
O arenque defumado, e então ficaram três.
Três negrinhos passeando no zoo. Vendo leões e bois.
O urso abraçou um, e então ficaram dois.
Dois negrinhos brincando ao sol, sem medo algum;
Um deles se queimou, e então ficou só um.
Um negrinho aqui está a sós, apenas um; 
Ele então se enforcou, e não sobrou nenhum.”

Essa obra foi publicada em 1939 e o título baseia-se em uma antiga cantiga infantil tradicional da Inglaterra. Causou muita polêmica na época em que foi publicado nos Estados Unidos, pois gerou preocupações com acusações de racismo e por esse motivo edições mais recentes receberam o título “E não sobrou nenhum”. Apesar de tudo, foi uma das obras mais vendidas. O caso é um dos mais diferentes da autora, porém não deixa de ser uma obra genial e capaz de prender o leitor até as últimas páginas. Com a morte de vários personagens durante o livro chega a ser praticamente impossível saber quem é o verdadeiro assassino, sua identidade só é revelada nos últimos capítulos. Junte uma trama muito bem arquitetada, pistas falsas e a imaginação de uma das maiores escritoras de romance policial o resultado só poderia ser: emocionante.


3)O misterioso caso de Styles
 
"Há ocasiões em devemos mostrar
do que somos capazes"
Hercule Poirot
 Sinopse: O primeiro e um dos mais famosos mistérios solucionados por Hercule Poirot, o caso Styles começa quando uma aristocrata inglesa morre trancada em seu quarto, vítima de um aparente ataque cardíaco. A coisa ficaria por aí, não fosse a suspeita de envenenamento levantada pelo médico da família.
            É o primeiro romance publicado de Agatha Christie, em 1920, e também a primeira aparição do detetive Hercule Poirot, o livro é narrado em primeira pessoa pelo Capitão Arthur Hastings, fiel amigo de Poirot e seu companheiro em muitos casos. A obra tem uma das principais marcas da autora: o assassinato por envenenamento. Com uma trama bastante criativa, vários suspeitos e um detetive genial e perfeccionista, esse livro só poderia ser considerado um romance policial perfeito e surpreendente. A autora acertou em cheio em seu livro de estreia levando a ser considerada uma das melhores escritoras do gênero e nomeada a Rainha do crime, com toda a razão!




“O verdadeiro objetivo de uma boa história policial é que o assassino seja alguém óbvio e que, ao mesmo tempo, por certas razões, descubramos que não é obvio, e que, afinal, possivelmente não fora essa pessoa que cometera o crime.”

            Ao lado de Arthur Conan Doyle e Edgar Allan Poe, a autora é considerada uma das maiores referências dos romances policiais. Conquistando gerações, Agatha Christie é uma das mais respeitas e cultuadas autoras do mundo inteiro, com suas tramas bem arquitetadas consegue fazer com que o leitor vá até a última página sem ter vontade de parar, por ser essa narradora incrível o leitor é pego de surpresa e arremessado para dentro do livro, quando se dá conta horas se passaram e, por fim, o livro terminou deixando aquele gostinho de quero mais. Com sua genialidade em construir casos familiares e isolados não é por acaso que se tornou nossa querida Rainha do Crime.

Link da série Os pequenos Crimes de Agatha Christie no Youtube:

16 maio 2014

Inferno: a obra prima de Dan Brown

Por Don Magno, coração de leão, revisado pela Princesa do Oriente Médio.
Capa da obra prima
Antes de começar mais um texto quero pedir que não julguem o Dan Brown pelas pérolas que foram para o cinema. Sendo bastante justo, o Código da Vince não é tão ruim assim, mas o Anjos e Demônios, meu amigo.... Tendo dito isso, e vocês tendo lido o título claro, acredito que já tenham percebido que estou falando do mais novo livro do autor, Inferno. Assim como também já devem ter percebido que eu achei esse livro genial, mais genial que os outros rs, então já começo pedindo desculpas, caso achem que eu fui ufanista demais. Sendo assim “bora” ao texto. 


Fórmula?

Talvez esta seja a maior crítica em torno dos livros do Dan Brown. Não entendeu o que estou falando? Pois bem, explico-me. Muitas pessoas defendem que esse escritor tem uma fórmula pré-pronta para seus livros, e que se prestarmos bem atenção, todos os livros tem a mesma estrutura.
É, o cara não escreve livros assim!
Nosso querido amigo escreveu 6 livros, sendo eles em ordem cronológica: Fortaleza Digital, Ponto de Impacto, Anjos e Demônios, Código da Vince, O Símbolo Perdido e por fim, Inferno.
Sendo bastante honesto li 5 dos 6 livros publicados por ele, com exceção do primeiro livro Fortaleza Digital. E tenho que convir que Dan Brown usa mesmo uma fórmula bastante clara nas obras que vão do Ponto de Impacto ao Código da Vince, no entanto, está fórmula é bastante envolvente e interessante e sem dúvida vale a pena ler tais livros. Por mais que a ESTRUTURA ou a fórmula sejam as mesmas as histórias são ótimas e diferentes.

Vocês repararam que eu não inclui o Símbolo Perdido e o Inferno no conceito de fórmula que o Dan Brow usa? Não irei falar aqui do seu livro anterior, porém o mesmo já traz uma pequena ruptura com o seu método de contar histórias, ou melhor, na forma como ele as finaliza. Já o Inferno é uma mudança total no modo como o autor elabora suas histórias. Não vou me alongar muito mais neste tópico, porém, só preciso dizer que em seu último livro Dan Brown dá um belo de um “tapa na cara” de quem o acusava de ser um escritor sem criatividade e previsível, o que, na minha opinião, ele nunca foi.

História
 
Bem neste tópico irei lhes apresentar uma pequena, e bastante resumida, análise de partes da história que está separada em três partes, a saber: narração, o inimigo e as referências históricas. Portanto, fica o alerta: a partir daqui teremos spoleirs.
No tópico anterior eu havia falando que Dan Brown quebra e muito sua fórmula de escrita e o principal motivo de tal quebra, na minha opinião, é a narração. Talvez a palavra narração não seja o melhor termo para explicar o que eu quero dizer, porque o tipo de narrador ainda é o mesmo, as descrições ainda são as mesmas, o que mudou então? A ordem como as coisas são contadas, o que proporciona aquelas incríveis viradas de mesa, agora são demonstradas de uma maneira muito mais incrível do que antes.
Basicamente, Robert Langdon tomou um tiro na cabeça e acordou em um hospital sem lembrar de nada do que aconteceu nos últimos dois dias e uma mulher tenta matá-lo logo nas primeiras páginas do livro, sensacional! “Por que estou na Itália, quem é amigo? Quem é inimigo, em que se pode confiar? O que exatamente está acontecendo? Como assim eu já conheci essa pessoa? Por que esses caras estão atrás de mim? Por que estou tendo um sonho maluco com o inferno?”, essas são as perguntas que o professor terá que responder se quiser sobreviver.
Vocês já repararam que em todos os prefácios desse escritor sempre acontece algo bizarro, um assassinato, que é bastante comum, ou algo do gênero? Aqui temos um suicído, até aí tudo bem se o suicida não fosse o vilão! Sim, isso mesmo, o vilão já está morto no início do livro, aqui a corrida é contra o tempo, pois ele deixou em alguma caverna subterrânea um vírus, que acredita-se ter o poder de exterminar a humanidade, de trazer uma nova peste negra, de trazer o inferno de novo. Bastante parecido com o que acontece em Anjos e Demônios não? Errado, pois dessa vez não é apenas contra a destruição do Vaticano e pela vida de alguns cardeais que se luta e sim pela própria existência da humanidade como a conhecemos.
Mas qual a motivação do vilão para tais atos? Simples: a Terra está com pessoas demais, estamos perto de um colapso mundial então o que podemos fazer? Na concepção dele, apenas uma coisa, diminuir o número de humanos, custe o que custar, é preferível trazer um inferno passageiro do que encarar a nossa própria extinção.
Principal cenário de nossa aventura




E as referências a história e a arte ainda estão em sua escrita? Sim, iguais a antes, o que por si só é um grande presente. Não temos como negar que Florença não deve em nada para Roma, Paris ou Washington, e a vida e obra de Dante Alighieri são incríveis, o que ajuda a obra a se tornar a melhor e mais espetacular aventura de Robert Langdon. 



Personagens
 
Falar dos personagens de Dan Brown é complicado para mim devido ao meu honesto e sincero ufanismo kkkkk. Gosto muito de todos os personagens escritos por ele, mas honestamente neste livro o cara matou a pau.
Os filmes são uma merda, mas o Ton Hanks é um exelente Langdon

Primeiramente nós temos a volta do professor Robert Langdon, o que por si só, já valeria um tópico separado, ou até mesmo, um texto inteiro neste humilde blog. Vou fazer uma crítica ao personagem que tanto gosto agora, ele não evolui. Parem para pensar vocês que como eu leram o livro, o Robert é o mesmo do Anjos e Demônios até agora, ele não amadureceu ou criou algum trauma depois de tudo que ele viveu. Porém, isso acaba criando um efeito contrário na gente. Ao invés de não suportá-lo, como o personagem é o mesmo e bastante carismático, diga-se de passagem, a cada livro novo, temos a sensação de estarmos reencontrando um velho amigo, impressionante não!? Vou dar um pequeno spoler agora para demonstrar como nos envolvemos com o professor Langdon: no início do livro, Robert descobre que perdeu seu relógio do Mickey, aquele relógio que ele ganhou do pai dele e que o acompanha sempre em todas as aventuras sumiu! Mas fiquem calmos, pois ele reencontra o bendito nas últimas dez páginas do livro, e o alívio é geral tanto do Robert como o leitor.
Eu disse na introdução desse tópico que nosso amigo escritor matou a pau neste livro escrevendo ótimas personagens, venho agora fazer uma correção, ele não criou boas personagens, ele criou as duas MELHROES PERSONAGENS DA SUA CARREIRA, estas personagens são melhores que o professor de história da arte de Haverd.
Uma dessas personagens é a mocinha, a doutora Sienna Broks. Diferentemente das outras “namoradinhas” de Langdon ela tem uma história de vida realmente chocante. Criança super-dotada que sofre muito devido as suas capacidades mentais. Daí você vai me perguntar: como assim Don Magno? Calma que eu respondo, por ser muito inteligente Sienna não consegue se encontrar no mundo, vê sua inteligência como uma maldição e se pergunta “por que sou diferente?”, afirmando: “quero apenas ser normal”. A depressão da médica é tão profunda que isso chega uma reação bastante incomum no seu corpo. A busca de Sienna e sua história paralela são fascinantes.
Guardei a melhor personagem pro final, atenção senhoras e senhores, a melhor personagem já escrita por Dan Brow, o vilão: Bertrand Zobrist. É muito complicado falar dessa personagem sem dar grandes spolers, então tentarei preservar o máximo possível da história e ainda assim mostrar a todos como ele é incrível. Primeiro de tudo como já disse, ele está morto, não há mais nada que o nosso amigo em pessoa possa fazer para deter os protagonistas. Segundo nunca teremos um Bertrand Zobrist por Bertrand Zobrist, só sabemos do personagem por outros personagens, e por um vídeo que foi deixado por ele, o que torna nossas sensações em relação a ele as mais variáveis, conforme o ponto de vista de quem fala. Por fim, a perigosa reflexão para a qual ele nos desperta, o planeta está com gente demais, o que fazer para diminuir essa população, e vou mais além, a incrível convicção de que é nosso dever fazer alguma coisa.

Enfim

É preciso encarar a finitude das coisas da vida, e um dia Dan Brown terá que terminar as aventuras do nosso velho amigo Robert Landgon, mas aparentemente está hora ainda não chegou.
Inferno é a Magnum Opus de Dan Brown, não pela sua vendagem, mas sim, pela sua genialidade, nem sempre o livro mais vendido é o melhor, então recomendo, ou melhor, convido a todos vocês a lerem esse livro, que merece ser celebrado durante muitos anos como um grande livro de suspense do século XXI, talvez o melhor da década de 10 do nosso século!

Bem galera, não conheci as internets por querer!