03 dezembro 2013

Avante vingadores só que não, Avante SHIELD

Por: Darth wallyouko

Já se vai mais de mês que o seriado sobre a S.H.I.E.L.D está entre nós e o que isso mostrou para o futuro do universo Marvel nos cinema? Nada por enquanto, bem, como um ponto de partida darei minha opinião sobre o que vi até agora.

Tirando o Coulson e a Chun-li: Atores novos
Isso mesmo Chun-li do filme bomba do Street Fighter até eu assustei
                                         
Minhas expectativas não estavam altas sobre a serie, na verdade sobre nada relacionado a super heróis na tela, conhecendo um pouco das series por outros meios, no caso as hq’s fica complicado aceitar alguns fatos que acontece nos filmes como por exemplo o medonho filme da origem do Wolverine, mas este não é o ponto, se for para reclamar deste filme ficaria horas e horas aqui. Já o seriado da Shield seria mais como um complemento aos filmes que deram origem ao filme de super herói definitivo para alguns, no caso o filme dos Vingadores, sendo assim comecei a assistir a serie com a expectativa que o universo Marvel se expandisse para TV.
Não estes vingadores... nem irei comentar
Agora sim bem melhor!!!

Logo de cara os efeitos especiais são de tirar o fôlego, mostra que tem como fazer seriados com qualidade de filmes, mas para por ai os pontos positivos, sim, eles se condensaram em poucas linhas apenas. Aí vem a primeira bronca ao adotar novos atores para fazer o seriado, acredito que seja um erro, não por serem novos e inexperientes, mas por passar uma outra ideia sobre o seriado parecendo uma serie aleatória para adolescentes, não que estas series possam ser ruins, na verdade nunca vi, minha experiência com series deste tipo se limita a Malhação e ela não é parâmetro para comparação com nada na vida.


Nada como o tempo ou dinheiro
Outra coisa a se notar, é o elemento resolvido por frakuskit noboro oberunga, tá, não adianta procurar isso no Google, você não vai achar nada, eu inventei isso agora, se bem que pode tentar a sorte no Google Imagens com filtro familiar desativado, mas tenho quase certeza que não será uma coisa prazerosa... ou não, mas o que é este elemento? Seria algo como o complexo Deus ex-machina, que na realidade é uma tentativa forçada que os escritores dão para a  resolução de um problema, por algo retirado, bem você sabe de onde do escritor, em resumo uma solução absurda para resolver algo, tipo Goku descobrir nível 67 de Saiyajin para derrotar alguém (Sim estou criticando Akira Toriyama). A serie, nos primeiros episódios passa esta ideia, há um problema e este é resolvido por algo miraculosamente(milagrosamente) cientifico, existem series que abordam isso, e bem por sinal, como a espetacular Fringe, mas cria antes um universo de opções e abordagens, algo dá para acreditar no que foi proposto de viagens entre dimensões, pessoa com implantes robóticos no corpo e isso sem o uso de psicotrópicos ou com psicotrópicos, já SHIELD por outro lado não, parece que a solução surge nos últimos minutos que foi escrito com apenas o intuito de resolver um problema gigantesco que os roteiristas nem sabem por que criaram e muito menos resolver.

Outro ponto, a volta dos mortos do Coulson, sabe não sou grande fã deste cara, nem nos filmes não senti a necessidade de voltar ele dos mundos dos mortos, mas por outro lado uma serie da SHIELD sem ele seria um erro da mesma forma sem Nick Fury, Maria Hill, mas é um seriado, e ter grana para pagar um Samuel Jackson da vida na serie toda como personagem recorrente é querer falir a produtora/canal, mesmo que este participa de forma especial em um dos episodios.

Na felicidade achando que era o Cage, só que não

Outro ponto é a dependência de uma mitologia criada pelos filmes anteriores da Marvel,  para fazer a serie andar há referências aos filmes já no primeiro episodio, são reapresentados ao extremo, onde aparece um homem negro pulando de um prédio salvando alguém e destruindo o chão (minha esperança que fosse o Cage) se você já tinha visto o filme do Homem de Ferro 3, sabia o que era extremo, se não amigo, você ficou voando e é possível que você não tenha visto este filme, devido as criticas tão ruins que o mesmo recebeu, e não para por aí, as referências que vão destes tesseract, Chitauris, citar nomes, etc.


Garoto vendo figuras dos heróis na serie


Mas vamos voltar aos pontos positivos: mas não era só uma linha seu ladrão de uma figa? sim, era, o texto é meu e posso mentir quando eu quero, a série começou com a maior audiência, mas vem a ladeira abaixo na audiência, algo normal com seriados, pode-se assim dizer que algo com audiência de 17 milhões no Eua cair para 6 milhões é normal, 17 é coisa para caramba para TV, é, sabemos que hoje é um meio que esta em decadência, principalmente no Brasil, que luta com audiência da internet, vídeo games, bares etc. Audiência e/ou falta dela não é ponto positivo, já a tentativa de criar um mitologia explorando a volta dos mortos do Coulson, ou até mesmo o passado de um dos membros da trupe, ou até mesmo a sinergia entre os atores que está bem melhor, algo que veio melhorando desde o episodio 4, há futuro para ela, e é isto que me deixa feliz, a série tem muito potencial, graças a boa vontade e seus produtores, entre eles, Joss Whedon, além dos filmes do Vingadores, Toy Story, as séries como Buffy e Firefly, esta última, uma pérola, se não já foi confirmado a produção do seriado do Demolidor, se esta série for para o limbo, já tenho minhas apostas de onde o universo Marvel vai se expandir nas telinhas.

Por fim uma foto de mais um cosplay tosco só por diversão
Todos vingadores em um só


Isso é tudo pessoal!!

01 dezembro 2013

Jogos e preconceito

Por: Darth Wally, O senhor dos vulcões

  É, lá vem um texto chato sobre preconceito em jogos ou pregar o bom-mocismo, mas antigamente tenho certeza que vocês pegavam várias putas e as matavam em GTA, bem, não é sobre isso que vou falar para vocês, muito menos vender produtos de limpeza. Hoje irei debater quantas pérolas dos games perdemos simplesmente por um pré-conceito, então senta que lá vem história.

     
Jogos 1998, considerado um dos melhores anos para jogos
 Meados dos anos 90, para ser exato 98, chegava o que iria revolucionar o mundo dos jogos, foi uma excelente safra para os games, era o ano de debute do 3D bem feito nos consoles, quem viveu isso, sabe o que estou falando e tem certa saudade dessa época e de seus gráficos poligonais, onde cabeças quadradas eram nossa concepção de jogos graficamente perfeitos e hoje reclamamos do gráfico do Wii, só para te situar sobre o que você perdeu (ou foi sortudo e acompanhou), segue exemplos: StarCraft, Resident Evil 2, Ocarina of time, Metal Gear, Half Life, Xenogears, King of Fighters 98, Unreal, Grim Fandando, Carmagedon 2, viu? nem só a seleção brasileira perdeu algo neste ano, mas agora falar que você não conhece metade ou talvez todos os jogos que citei, acho que você esta lendo o post errado. Mas eu não estava jogando isso nesta época, estava jogando as coisas do passado ainda, não tinha PC, meu portátil era um Brick Game, isso mesmo, aquele tijolo que tinha Tetris, jogo da minhoca, numa memória que rezava a lenda que tinha 9999 jogos, mas na realidade era 10 diferentes e quando você tinha sorte, mas meu console mesmo era o incrível Master System, ainda produzido com entrada de cartucho pela Tec-Toy, além do Atari que não sei a numeração de cabeça, mas tinha quase todos jogos lançados para ele na memória, menos o Custe’r Revenge (entendedores entenderam).




    E dentre estes jogos que citei tinha algumas a pérolas, na realidade dois, sendo que irei comentar hoje um e o outro futuramente, o bendito jogo do menino chamado Zelda, sim foi de propósito, Ocarina of Time.

      Como dito, em 98 não tive contato com jogos desta época, tive contato primeiro com o King of Fighter 98, que qualquer buteco tinha e depois quando tive PC, Carmagedon 2 e um mod de Half Life, o Counter Strike, Ocarina, este tinha preconceito antes mesmo de jogar graças ao famoso Link of the past, o jogo anterior da série para o irmão menos potente da família, o super Nintendo, como falei minha entrada em jogos da Nintendo ou melhor Super Nintendo foi muito tarde, quando o povo jogava o supra sumo dos anos 2003 de jogos eu descobria o que o PC poderia fazer, entre outras coisas, emuladores, tá, podem tacar pedra, crucificar, até parece que ninguém nunca teve um emulador ou tem ainda no universo de games, o que tinha para jogar, eu particularmente jogava apenas os de bater, de correr, de atirar, e Campeonato Brasileiro 96, então, zero de experiência em RPG ou jogos de Aventuras como puzzles, os únicos RPG's que tinha jogado eram, Pokemon e um RPG de Dragon Ball Z baseados em cartinhas que era muito foda.
Pensa em um jogo bom ou não

Minha aventuras por Link of the past eram sofríveis, não sabia o que fazer, tudo me matava e ficava preso no castelo com chuva por horas até desistir e isso é menos de 1% do jogo. Logo, tinha um preconceito enorme, achava o jogo ruim, o que na realidade era apenas uma desculpa pela minha péssima experiência para com estes tipos de jogos. O tempo muda as pessoas e seus gostos também, nesta ideia, experimentei tudo que tinha do Super Nintendo, conheci os jogos A e os jogos Z, descobri que RPG’s são muito legais, como Chrono,  Super Mario kart, que era melhor jogo de corrida,  Alejo, que  era melhor que Pelé, mas o pequeno Link nada, para aumentar ainda a raiva revistas de games(da Nintendo por exemplo) só falavam em Ocarina of time/Majoras Mask  e eu querendo saber de Pokémon ( lembrando que Pokemon era febre), quem viveu esta época, conhece o blá blá blá de notas 100 para estes jogos. Coloquei na cabeça por tirar o espaço de falar de Pokémon, nunca iria jogar estes games da série The Legend Of Zelda, ledo engano, mas para frente na linha do tempo, para ser exato 3 anos atrás, parei em um dilema, não tinha nada para jogar conciliado com um Pc meia boca que já estava dando sinais de cansaço, peguei Ocarina para jogar em um lampejo de que os tantos elogios atrás poderia ser um jogo legal e dei start na aventura de Link com a mentalidade que iria abandonar o jogo em dois dias ou 3 horas, aí que me enganei, no começo achei chato por não conhecer a mitologia da série, mas isso até o meio da primeira caverna, depois cada coisa que eu via, achava foda e queria mais e mais e mais, quando acabei nem acreditei, agora entendi porque os críticos davam 10  e  porque pessoas choravam ao pensar neste game , nerds tinham orgasmos Zeldisticos etc... Após isso corri atrás do que era um preconceito de algo que se tornou minha franquia favorita, não é mentira, ainda amo Mario Kart, mas fui atrás dos excelentes títulos para o game boy, desafiei a vergonha nos controles de movimento com os títulos para o Wii, e recentemente estou navegando onde nenhum hyruleniano já foi, e estou aguardando o que irá vim para o WiiU.
   Moral da historia, como um preconceito bobo me afastou de uma franquia tão incrível com jogos excelentes, fica ai a dica, pare com este preconceito por coisas que você nunca jogou, ou até mesmo nem conhece, seja viva ou virtual, abra a mente, e aí, quais jogos vocês tem preconceito? 
Ocarina of Time
Isso é tudo pessoal!!














30 novembro 2013

Digimon Adventure, um anime, uma grande lição!

Pose para foto para o Instragam
Por: Don Magno, Coração de leão!!!

Gostaria de começar o texto dizendo que pensei muito diante do que deveria escrever sobre Digimon adventure, ou simplesmente ‘’Digimon 1’’ para os mais íntimos. Pensei em escrever o roteiro: os digimons, o digi-mundo, mas pra ser honesto não é isso que eu quero! Decidi, então, simplesmente colocar minhas mãos no teclado e deixar que o meu coração me guiasse. Portanto, creio que esse texto não seja um artigo, uma resenha ou um review e acho melhor chamá-lo de confissão, confissão como forma de dizer muito obrigado a um anime que muito me ensinou! 

Copia?
Primeiramente, quero dizer que não me proponho a entrar na polêmica “Digimon X Pokémon”, gostos são diferentes, certo?! Assim sendo, esse seria um duelo sem sentido. Além do mais, não seria a proposta original do post, no entanto, se quero deixar meu coração falar preciso tocar em um tema que muito me incomoda: a acusação que muitos fazem sob a origem do Digimon, caracterizando-o como uma cópia de Pokémon. Dessa forma, coloco-me aqui como advogado de defesa, destaco: advogado de defesa e não promotor, não pretendendo de forma alguma atacar Ash e seus amigos, tudo que farei será defender o digi-mundo.
Segundo a Bandai (empresa dona do Digimon) a origem da franquia Digimon está vinculada ao tamagotchi. Sim, acho que todos com mais de quinze anos se lembram deles! Bom, acredito que muitos amigos devam estar se perguntando como esses brinquedinhos, que fizeram sucesso nos anos 90, puderam se tornar a origem de um anime? Pois então, vamos nos sentar porque lá vem história...
Aki Maita é mãe do tamagotchi, ela é funcionária da Bandai desde 1990 e ficou muito famosa pela criação do mesmo. Quando o criou ficou pensando nos garotos, acreditando que ‘’garotos gostam de lutas’’ (ela não estava muito errada rsrs não é?!) pensou em como introduzir lutas no “universo tamagotchi”. Dessa idéia surgiu a franquia de jogos, mangás e o anime, que tanto amo! Hoje tudo que leva o nome Digimon deve passar pelas mãos da Aki, desde roteiros para mángas e animes até ideias para jogos.
Então, essa é a “versão oficial” da Bandai e acho que chegou à hora de expressar minha opinião, já que tanto quero fazer o papel de advogado e não posso fugir dessa responsabilidade!
Acredito na versão da Bandai, mas isso não significa que devemos negar o Digimon como bebedor da mesma água de Pokémon, ou melhor, como muito influenciado por ele! Em enfim, podemos afirmar que eles acabam sendo do mesmo estilo.

Devo dizer que o rótulo de “cópia de algo”, o Digimon não merece! Essa franquia vai muito além de uma cópia, ela tem sua própria essência, sua própria identidade. Para provar isso cabem aqui alguns pontos que marcam muitas de suas diferenças entre Pokémon.
1.      Em Pokémon, os pokémons simplesmente existem no mundo real junto com os humanos. Em Digimon, as crianças, no mundo real, devem conseguir acessar (de forma voluntária ou não) o digi-mundo, no mundo digital.
2.      Os treinadores de Pokémons partem em uma jornada pelo mundo para disputar torneios e afins, já os digi-escolhidos tem a missão de salvar o digi-mundo e tentar não morrer no processo.
3.      Um Pokémon evolui devido ao treinamento e sua força, um Digimon, de um digi-escolhido, evolui devido ao seu elo com a criança e sua vontade de protegê-la.

Acredito ter conseguido apresentar argumentos que inocentam Digimon sobre essa acusação de cópia que tanto me incomoda.

Regra Dos Quinze Anos
Seguindo essa regra, se você esteve em contato com uma série, filme, livro ou desenho antes dos seus quinze anos, achando-os incríveis e fantásticos, você terá grandes chances de achar uma ‘’merda’’ esse mesmo entretenimento se ele for assistir depois de dada idade.
            Esse foi um medo que muito me atormentou. Não queria estragar a memória afetiva de Digimon, então por muito tempo relutei a vontade de revê-lo e permaneci com minhas doces lembranças.
Contudo, um dia não resistindo mais a tentação entrei no youtube e ‘’paguei pra vê’’. Como um tremendo idiota por não ter feito isso antes, foi como me senti...
A regra dos quinze anos se baseia desta maneira: antes dos quinze nos não temos muito discernimento, por isso, grandes obras podem ser compreendidas como chatas e ruins e, logo, grandes porcarias podem ganhar o posto de coisas incríveis. Quando revi Digimon eu vi coisas, compreendi coisas que uma criança de dez anos não seria capaz de compreender. Esse anime não se limita a mostrar uma aventura, ele consegue ir ao mais profundo ponto das angústias e das virtudes das quais nós humanos podemos alcançar!

Os Digi-escolhidos começando pela esquerda Tk, Matt, Mimi, Joe
Parte de cima Sora, Tai, Izzy

Os Digi-Escolhidos

Em minha opinião os digi-escolhidos da primeira temporada são os melhores. Além de serem um grupo bastante equilibrado, equilibrado no sentido de terem personalidades diferentes, eles são reais.
Quando digo: ‘’reais’’, quero dizer que mesmo sendo crianças que vão tentar salvar uma terra imaginária, os problemas que elas têm enfrentam são bastante reais, e todos nós estamos sujeitos a ter um desses problemas em qualquer momento da vida. Gosto muito de todos os digi-escolhidos, mas gostaria de me ater aqui ao meu trio favorito: Izzy, Tk e Matt. 
Se você ouvisse uma conversa de seus pais e descobrisse que é adotado, o que você faria? Imergir no mundo da tecnologia e esconder que sabe para eles não se preocupem?  Essa foi uma escolha de Izzy, certo?! A princípio ele era apenas o garoto esperto que entendia de informática, além de fazer a melhor dubla de humor com seu Digimon Tentomon. E quando começa o arco na terra Izzy sabe que é adotado, mas não revela aos pais que descobriu, pensando assim: eles fizeram muito por mim não posso fazê-los sofrer. Com certeza ele não é apenas o menino esperto e engraçadinho, ele é um dos personagens mais interessantes da franquia.
Tk e Angemon
Um menino da segunda série tem os pais separados, mora com a mãe e pouco vê o pai e o irmão mais velho, esse é TK. Para ser honesto não sei bem o que falar dele, mas acho que a melhor forma de caracterizá-lo é como um anjo da esperança (o mesmo brasão e digimon que ele tem) a força da inocência mediante as trevas do mundo. 
Por fim, o meu digi-escolhido favorito de toda franquia, Matt o irmão mais velho de TK. Matt quer proteger seu irmão, quer proteger seus amigos e esconde do mundo que ele se ente sozinho, ironia?! Logo aquele que detém o brasão da amizade?! E como Digimon apela muito para a metáfora: TK é a esperança e tem um anjo como parceiro, Matt é amizade e tem medo da solidão e seu parceiro é um lobo. Tenho um elo especial com Matt, talvez por ser também um irmão mais velho ou ser tímido, não sei... O importante é dizer que não dá pra ficar indiferente ao drama dele.
Matt e seu foda Garurumon


Grande lição

O título desse post diz que Digimon Adventure traz uma grande lição, então qual é ela?
Para falar a verdade para mim mesmo considero que são muitas, pois Digimon Adventure me ensinou a ter coragem na vida, me ensinou que é na capacidade de enfrentar o medo que reside à coragem, não me ensinou apenas a cultivar boas amizades, mas a proteger os meus amigos, não me ensinou a procurar um amor, mas ensinou que quem ama liberta, não me disse que eu deveria estudar para subir na vida, mas me ensinou que devo manter uma mente curiosa neste mundo cheio de mistérios, não me falou que mentir era errado, mas me ensinou como a sinceridade pode ser bela, nunca me deu sermão sobre arcar com minhas responsabilidades, mas me ensinou a respeitar a confiança que os outros depositam em mim, me ensinou também que por pior que seja a situação que eu esteja enfrentando, se eu conseguir manter a esperança e a luz em meu coração, então tudo dará certo. E a maior de todas as lições é que “a maior arma é o poder de acreditar em seu coração” (última frase da música Brave Heart tema das digi-voluções e que casa tão bem com o anime).

Vou deixar para vocês o link da música para que a ouçam, ela está numa versão em português linda e que não deve nada para a original, afinal essa música fica ótima em qualquer idioma! Acho que ela resume bem o espírito que eu quis transmitir para o meu post, abraço galera!

PS: Os links que falam da ligação do tamagotchis com os digimons estão aqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/Aki_Maita#Aki_Maita e também: http://digi-xtreme.blogspot.com.br/2009/06/o-criador.html
A turma ai
Enfim galera, não conheci as internets por querer!